É isso que eu estou aprendendo.
Nomear o que eu sinto até parece fácil, mas não é. Sabe quando a gente fala , fala , fala e na verdade tem um turbilhão de informações na sua mente e você não sabe exatamente se organizar ou ser explícito com o que tá sentindo? É mais ou menos assim.
É bastante difícil se você pensar que tem que se julgar pra saber o que tá passando dentro de você …
Tou aprendendo a me tirar do ângulo dos meus problemas. Algo como “Poliana” ( ou seja , o “Jogo do Contente” ) . Não é que eu não sinta nada , porque eu sinto , mas é ver que não sou só eu , sabe…Que tem muita gente que tá em situações seríssimas e tem um sorriso sempre estampado no rosto e no coração. Não é ser conformado , é movimentar. Não só agir , mas pensar mais também.
Acho que somos os seres mais simples e mais complicados desse mundo. É muito fácil ver solução no problema dos outros , é muito fácil ditar o que é certo ou que que deve fazer pra ficar bem. O problema é quando a ferida em questão é nossa. Ah , aí sim é problema.
Mas “o que vale é a certeza de que de que somos fortes o bastante pra superar as quedas da vida. mais forte que a dor que sentimos, é o amor que temos no coração. e quem tem amor no coração e um sorriso no rosto, não precisa de mais nada pra ser feliz.“
Eu não me esquço nunca disso.
É isso! Ahh…
** Meus enjôos estão diminuindo, logo , daqui a pouco poderei voltar com meu trabalho voluntário!
* Hoje é dia de acupuntura *-*
Beijinho




Retribuindo a visita!
Obrigado por cirandar… e agora tem o complemento la!
Comentário por emely — Outubro 9, 2008 @ 6:07 pm
Acho melhor quando o problema é com a gente, daí a gente ajeita -demorando ou nao.
Tb to numa fase de novos sentimentos, e eu que sempre consegui nomear o que eu sentia to achando muito ruim t-t nhu
<3
Comentário por Emily — Outubro 10, 2008 @ 3:53 pm
Eiii, eu sou doida pra fazer acupuntura! Mamãe fazia, adorava, aí teve que mudar de acupunturista (?), o cara esqueceu uma agulha na testa dela (!!!!) e ela deu uma parada. Agora ela faz umas massagens relaxantes, e provavelmente farei uma logo, para descarregar de toda essa coisa de vestibular!
Comentário por Jana — Outubro 15, 2008 @ 5:39 pm
Acho que às vezes não é necessário botar nome nesses sentimentos.
Mas, também, essa organização é precisa. Mas ela vai chegando. Ela vai se metendo dentro da gente de alguma forma, fai começando a fazer parte e, depois, a gente até esquece de quando ela nem existia.
Concordo e discordo na parte do simples/complicado. É simples, sim. Nós que achamos complicado demais. Nós que queremos parecer complicados demais (:. E sempre parece mais fácil nos outros mesmo, não? Haha.
E sempre quis fazer acupuntura! A Emily fala um monte disso e tudo mais, mas não me dou muito com agulhas e tudo isso, então deixo pra lá. Mas que ia ajudar, ia.
E respondendo:
Os flamingos são muito lindos sim ;_;. A Em é muito talentosa (viu a o lay do blog dela? Babo muito 8D).
Quando puder, posto fotos da Saori! Que, aliás, também é muito linda, haha.
E nem vou mais viajar, tive sorte.
:*
Comentário por fernanda/arisu — Outubro 17, 2008 @ 5:06 am
É muito difícil classificar sentimentos. As pessoas tendem a querer julgar tudo que os outros sentem. Tendem a banalizar a sua dor como se fosse a coisa mais simples do mundo. Ou pior, torná-la inferior ao próprio sofrimento. “Ah, mas isso não é nada, eu já passei por algo muito pior”. Não existe uma dor pior que a outra. Não existe um problema mais digno do que o outro. Todo mundo sofre e não tem um único indivíduo que se encontre no direito de decidir se a dor é válida ou não.
Por isso que eu não gosto quando dizem “eu sei o que você tá sentindo”. Porque não sabem. Podem ter passado por algo semelhante, até por uma situação idêntica, mas o que eu sinto é meu. E ninguém no mundo pode classificar. Nem eu mesma.
Espero que você esteja melhor, amour. Mesmo ainda não sabendo o que você tem, torço para que você não tenha de continuar se sentindo perdida assim. .-. Tudo vai melhorar. Não parece, mas vai. Um dia.
<3
Comentário por mila — Outubro 17, 2008 @ 9:16 pm